Degradation of glycosaminoglycans by haloarchaea

Estudos recentes sobre a diversidade funcional de Archaea extremamente halofílicas (haloarchaea) alteraram significativamente a visão sobre esse grupo singular de extremófilos. Num estudo publicado recentemente, vários investigadores, incluindo Carla C. C. R. de Carvalho (2BRG-iBB), caracterizaram três estirpes de haloarchaea isoladas de amostras de salmoura e sedimentos de diversas regiões da Eurásia (nomeadamente: lagos hipersalinos da Estepe de Kulunda, na Rússia; salinas marinhas do Samouco, em Portugal, e de Trapani, em Itália; e campos de produção de sal em Nha Trang e Cam Ranh, no Vietname), utilizando ácido hialurónico como única fonte de carbono e energia em culturas com enriquecimento. Os isolados que utilizavam esse glicosaminoglicano foram identificados como novas espécies pertencentes aos géneros Natronoarchaeum e Haloarcula. Este metabolismo era desconhecido em haloarchaea antes deste estudo. Ver mais.