Neophaeotheca triangularis as a source of melanin

Os cancros gastrointestinais continuam a ser uma das principais causas de morbilidade e mortalidade relacionadas com cancro, e os tratamentos actuais não são suficientes para conter o seu impacto. Num artigo publicado recentemente, Ricardo F.S. Pereira e Carla C.C.R. de Carvalho (2BRG-iBB), em colaboração com investigadores da Universidade de Granada, reviram sistematicamente estudos publicados entre 2015 e 2025 sobre pigmentos bacterianos com potencial anticancerígeno. A prodigiosina foi o pigmento mais estudado, seguida pela ficocianina e violaceína, particularmente contra cancros colorretais e hepáticos. Os mecanismos de acção responsáveis ​​pela actividade antiproliferativa dos pigmentos bacterianos incluíram a paragem do ciclo celular, indução de apoptose, modulação da autofagia e stress oxidativo. Ver mais.